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Nas últimas semanas um assunto ganhou muita relevância acompanhando o lançamento do último modelo de celular da Samsung, a rede 5G de conexão. A tecnologia, que está prevista para ser lançada no Brasil somente em 2023, é a evolução da conexão 4G e tem a promessa de ser entre 10 a 20 vezes mais rápida do que a internet móvel atual.

Esta semana, em Barcelona, aconteceu mais uma edição do Mobile World Congress (MWC), o maior evento da indústria especializada em comunicações móveis. A sigla 5G está presente em todo o evento. Não é somente a evolução da internet, como também a revolução de diferentes tecnologias que se conectam com a internet móvel. Ela também representa um desafio para a indústria de telecomunicações.

Neste artigo, vamos explicar tudo sobre a tecnologia 5G e como ela pode ser benéfica para a relação entre sua marca e seus clientes.

O que é 5G?

É a próxima geração da telefonia celular. É a promessa de elevar a velocidade da conexão mobile. Como exemplo, se hoje um vídeo de 1,5 GB (ou de 2 horas) leva 21 min para baixar na tecnologia 4G, na conexão 5G levará apenas 2 minutos (isso em um cenário bem conservador).

A transição do 4G para o 5G tem o objetivo de levar a plataforma móvel, que possui maior volume de conexões no mundo para prover conexões entre industrias, além da indústria de telecomunicações.

Não será apenas com foco no consumidor final, já que com o 5G viabilizaremos a chegada de carros autônomos, transmissões de realidade virtual, a realização de cirurgias a longas distâncias, videochamadas holográficas, robôs conectados e muitas outras operações que requerem conexões com disponibilidade de 99,99%.

Em conjunto com a Inteligência Artificial e a Internet das Coisas, o 5G será a base dos futuros serviços digitais, oferecendo velocidades reais mais rápidas e com uma latência muito menor.

Quando chega no Brasil o 5G?

Segundo a Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações), o edital do 5G, será publicado ainda em 2019 e o leilão ocorrerá até março de 2020. A previsão é que esteja consolidada até 2023, permitindo assim conexões melhores – principalmente em cidades bem populosas, como São Paulo.

Como funciona?

Alguns padrões e protocolos ainda não foram definidos, mas a frequência do 5G é mais alta – como uma onda de rádio – mas com uma capacidade maior, as ondas de conexão são menores, o que significa um alcance mais curto – o que comprometeria o bloqueio por objetos físicos.

É provável que surjam antenas de telefonia menores, próximas ao chão, propagando as chamadas “ondas milimétricas” entre um número bem maior de transmissores e receptores. Isso vai permitir uma cobertura mais ampla.

Por ser uma nova tecnologia de rádio, pode ser que logo de cara não se note a melhora da velocidade, já que muito provavelmente as operadoras utilizarão o 5G como uma forma de aumentar a capacidade das redes 4G existentes, oferecendo assim um serviço melhor.

No entanto, isso ainda varia de acordo com questões de tecnologia tanto da radiofrequência que a ANATEL disponibilizará até o quanto as operadoras investirão em novas antenas e transmissores.

Enquanto isso…

Vale reforçar que toda essa revolução permitirá mais conexões entre empresas, pessoas e industrias, intensificando o uso de tecnologias, aprimorando serviços e estimulando a economia, já que novos postos de trabalho surgirão e consequentemente, a sociedade se adaptará criando novas necessidades e oportunidades de negócios.

Esperar por isso e se antecipar, utilizando as tecnologias já existentes para estreitar suas relações com seus clientes é uma vantagem, principalmente para segmentos que já identificaram oportunidades com o futuro próximo do 5G.

Lembrando que o 5G permitirá melhores conexões em cidades estruturadas, enquanto em áreas mais rurais a tecnologia demandará mais investimentos para que alcance e atenda as necessidades. Em paralelo, o SMS não deixa de ser uma alternativa, se pensarmos no agronegócio e empresas que precisam se comunicar com seus clientes em áreas mais afastadas.

Em recente pesquisa divulgada pela Cisco, a Visual Networking Index, os brasileiros intensificarão o uso de dados móveis no Brasil. O cenário atual mostra que os usuários consomem 1 GB por mês e até 2022 terão um consumo mensal de 5 GB. Esse crescimento acompanha também a projeção de que a base de smartphones em serviço aumente em média 7% ao ano, passando de 147,7 milhões para 208,7 milhões.  

No mesmo intervalo de tempo, o total de usuários móveis no Brasil aumentará de 167 milhões para 177 milhões, equivalente a 82% da população nacional.

Esses dados reforçam que mesmo que intensifique a inclusão digital com smartphones, ainda não há a expansão do sinal – o que estimula o uso do SMS em diferentes modelos de comunicação.

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